Lumina Spark & ​​The Big5 - uma breve história

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Origens Gregas

Os gregos produziram a Teoria dos Humores (Theory of Humours), que dividia as em 4 categorias - Flemática (phçegmatics), Melancólica /Melancholics), Sanguínea (Sanguines) e Colérica (Cholerics). Esta teoria pode ter sido marcante há milhares de anos atrás mas, atualmente, existem muitos modelos, melhores e mais bem desenvolvidos, que qualquer pessoa pode aceder.

Crédito a Jung

A Teoria da Personalidade de Jung (1921) representou uma melhoria significativa nos humores e serviu de ferramenta prática para aumentar a autoconsciência nas organizações, durante várias décadas. No entanto, o seu trabalho baseou-se em estudos de caso e observações que poderiam nem sempre corresponder à realidade, em vez de ter por base a análise estatística, dando um enorme crédito aos insights de Jung, uma vez que a sua intuição identificou corretamente, em 1921, três dos fatores do Big5.

As Origens do Big 5

Em 1936, Allport e Odbert criaram uma pesquisa, com base em mais 4.500 palavras, na tentativa de encontrar os principais "ingredientes" da personalidade. Na década de 1940, Raymond Cattell continuou nesta linha, concluindo a existencia de 16 fatores que definem a personalidade. Posteriormente, Fiske (1949) refutou esta teoria, encontrando erros na análise de Cattell. Fiske concluiu que 5 fatores poderiam explicar as variações na personalidade humana. No entanto, só na década de 1950, Tupes e Christal criaram aquela que seria a primeira versão do Modelo Big 5. O seu trabalho foi replicado por Norman, em 1963, e o Modelo Big5 começou, ainda que lentamente, a ser aceite pelos académicos no que se refere a pesquisa de personalidade.

The Barren Years

As décadas de 1960 e 1970 não foram uma época forte no que respeita a pesquisas de personalidade, pois a teoria da personalidade era descartada, nomeadamente por académicos (ver Mischel's 1968 attack on trait theory). No entanto, de volta ao mundo dos negócios, as ressalvas de Mischel tiveram pouco impacto, e os profissionais avançaram, utilizando, muitas vezes, a popular abordagem Jungiana. No mundo dos negócios há sempre um maior foco "no que funciona", em vez de se procurar seguir pela melhor abordagem académica! Nos anos 80, os académicos voltaram a defender a pesquisa de personalidade e o Big5 continuou a desenvolver-se.

O desenvolvimento de Lumina Spark

Nas décadas de 1980 e 1990 surgiu um número de modelos Big5 e tornou-se o modelo de escolha dos acadêmicos, com Costa e McCrae liderando o campo (1992). Costa e McCrae trabalharam na academia, enquanto Lumina Spark foi projetado para integrar as melhores práticas identificadas em uma série de modelos Big5 e Jungian para aplicação na indústria. Em particular, a Lumina Spark decidiu manter os benefícios estabelecidos pela abordagem junguiana ("não jogue o bebê fora com a água do banho"), usando a última pesquisa empírica Big5 como sua luz orientadora. Em 2009, o modelo Lumina Spark foi incorporado no revolucionário sistema Lumina Learning online, tornando-o acessível a clientes em todo o mundo.